PROJETO SOCIAL EM CRISTO SOMOS UM

ENTÃO JESUS CHAMOU AS CRIANCINHAS PARA JUNTO DE SI E DISSE AOS DISCÍPULOS: "DEIXEM AS CRIANÇAS VIR AMIM! POIS O REINO DE DEUS PERTENCE ÀQUELES QUE SÃO SEMELHANTES A ELAS. LC. 18; 16.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

VAMOS EVANGELIZAR :

GRANDE CRUZADA EVAGELISTICA

NO DIA 19/11, no antigo term. de ônibus do Alt. do Burity, Estará sendo realizado, uma GRANDE GRUZADA EVANGELISTICA, promovida pela, IG. ROMPENDO EM FÉ, Com a participação especial do Gr. De Louvor e Evangelismo Mensageiros De Cristo. Venha adorar ao REI DOS REIS E SENHOR, JESUS CRISTO. Juntos pregaremos o seu Evangélio, a todos que ali estaram.

sábado, 15 de outubro de 2011

Michael W. Smith fará shows no Brasil no próximo ano

O cantor gospel e compositor Michael W. Smith voltará ao Brasil. Estão confirmados shows cantor em Vitória (ES), Goiânia (GO) e ainda Recife (PE). Michael estará presente em um dos maiores festivais de música cristã, “Jesus Vida Verão”, em Vila Velha (ES). Ainda poderá ser confirmado um show em São Paulo (SP).

Michael desembarcará em janeiro, provavelmente no dia 10, retornando aos Estados Unidos no dia 19.
O cantor brevemente lançará seu novo projeto instrumental, que promete ser um sucesso tão grande quanto o seu último trabalho, “Wonder”. O novo CD tem previsão de chegada às lojas em dezembro.

A gravadora de Michael, Sony Music, ainda não divulgou os detalhes dos show e agenda completa.


LOUVETV chega ao Brasil com programação exclusivamente de música gospel



O público evangélico brasileiro agora pode acessar a LOUVETV, um TV online gratuita com programação exclusivamente musical só com canções gospel. O canal foi lançado para reafirmar a importância que esse público tem e do sucesso que cantores evangélicos fazem não só no meio cristão como em programas seculares.

Essa rede social foi criada para preencher uma lacuna, já que no cenário musical gospel brasileiro não havia um veículo que fosse especializado em entretenimento voltado ao público cristão. “Queremos criar uma forma única e inovadora de entreter o público jovem cristão”, afirma David Almiron, um dos diretores do LOUVETV.

O diferencial desse site é que além de ser uma rede social, a LOUVETV também tem uma sala de bate-papo para todos os usuários, uma ferramenta que pode ser usada para fazer novas amizades, trocar ideias, falar sobre música evangélica e etc. Além disso, os usuários poderão interagir e dar opiniões sobre a programação, votando nos clipes que mais gostarem.

“Também havia certa dificuldade pelas gravadoras em obter veículos de divulgação para seus artistas. Com o lançamento da TV online todos ganham”, completa Almiron.


Para acessar e conhecer a LOUVETV acesse o endereço www.louve.tv.

domingo, 9 de outubro de 2011

Merkel celebra caráter ecumênico da visita do papa à Alemanha

A chanceler alemã, Angela Merkel, celebrou neste sábado o aspecto ecumênico que "centrará" a viagem do papa Bento XVI pela Alemanha, a partir da próxima quinta-feira.

Em sua tradicional mensagem dos sábados, Merkel lembra que o papa visitará o país da reforma religiosa e que "estamos nos preparando nesta década para comemorar até 2017 os 500 anos da reforma (protestante) na Alemanha".

Filha de um pastor protestante, a chanceler alemã considera importante "reafirmar nos tempos atuais a unidade dos cristãos, já que avança a secularização e a comunidade da fé cristã deveria ser recordada várias vezes".

A visita do papa servirá para lembrar também como Alemanha e Europa se encontram marcadas pela fé cristã e "com essa força devermos seguir fomentando o diálogo entre as religiões", disse Merkel.

Além disso, a chanceler assinalou que o governo alemão defende que "as pessoas de qualquer religião não sejam perseguidas" e comentou que são justamente os cristãos os que "mais perseguição sofrem no mundo".

Por fim, destacou que "há poucos dias lembramos o décimo aniversário dos atentados do 11 de Setembro. O terrorismo islâmico foi sua causa. E aqui estamos, como diante de qualquer outro tipo de violência, decididamente unidos: nenhuma violência em nome da religião".

Kirk Franklin Tour Brasil 2011

Kirk Franklin nasceu e cresceu em Fort Worth, no Texas. Abandonado pela sua jovem mãe e por seu pai, aos três anos de idade, ele foi adotado por uma velha e distante tia de 64 anos - Gertude Franklin.
Aos quatro anos começou a tocar piano. Nas manhãs de sábado, sua tia lançava mão das economias para pagar suas lições de música. Aos domingos ela se certificava que ele estava na Igreja.

Com sua própria voz solo, ele desencadeou a maior guerra de ofertas de contratos lucrativos: todos queriam sua exclusividade. Em 1993, depois de muita oração e reflexão, ele optou pelo selo Gospo Centric. O veterano na Gospel Music, Vicki Mack-Lataillade (Diretor da Gospo Centric), iniciou seu negócio com $ 6,000 emprestados de seu pai. Kirk Franklin foi um de seus primeiros artistas. Um mês após o lançamento do CD Kirk Franklin e The Family, saltou para o primeiro lugar na Billboard - Categoria Gospel.

Naquela época Franklin tinha assinado seu contrato milionário com a Gospo Centric e em janeiro de 1997 a gravadora foi considerada a número 01 na música Evangélica dos EUA, mantendo cinco artistas e oito álbuns no topo das 20 mais . Até hoje K. Franklin e The Family tem permanecido no topo da Musica Gospel Evangélica Contemporânea. Seu álbum de estreia o definiu como o líder de uma nova geração da música evangélica por ter expandido esse gênero musical e seus fãs tem aumento consideravelmente. Seu segundo álbum K Franklin e o Natal em Família, vendeu mais que 500 mil cópias em 4 semanas. No ano seguinte Whatcha Lookin'4 já entrou na 23 colocação do Billboard 200, em terceiro no R&B Charts e em primeiro no gênero gospel. O álbum recebeu o disco de platina em 1997, vendendo mais de um milhão de cópias e recebendo muitos prêmios. A Revista Billboard considerou-o o primeiro artista Gospel e o primeiro artista Evangélico Contemporâneo em 1997.
Por muitas vezes ele também esteve presente no B-Rite, a distribuidora de registros Interscope. E ele continua sua excursão mundial com Y. Adams e F. Hammond. Seu "Tour of Life" (Excursão de Vida) tem vendido em todos os cantos dos EUA. Em 1998 ele fez sua primeira incursão na trilha sonora de filmes com a canção "Joy" (Prazer). Constantemente está se discutindo se ele não deveria ter seu próprio programa de TV.
Ainda em 1998 lancou o cd Nu Nation Project, seguido por The Rebirth of Kirk Franklin ( 2002 ), Hero ( 2005 ), Songs of the Storm (2006 ) e The Fight of My Life ( 2007 ), todos com várias premiações e posição de destaque no ranking da Billboard.

Desta vez Kirk Franklin vem ao Brasil apresentar seu mais novo disco Hello Fear ( 2011 ). O musico vencedor de 7 Grammy Awards, 1 American Music Award, 5 Stellar Awards, 12 Dove Awards (CCM); 5 prêmios Naaccp Image Award, 2 B.E.T. Music Awards, 1 prêmio Soul Train e muitos outros, volta ao país para mostrar todo o seu talento.
"Eu não desejo apenas mais um book com milhões em vendas, Discos de Ouro ou de Platina, ou Prêmios da Stellar Awards ou Grammys, ou qualquer tipo de reconhecimento da mídia. Isso eu já experimentei nos anos passados. Eu desejo que a historia da minha vida e música demonstrem como Deus pode tomar uma criança do interior, dar-lhe uma mensagem e então por seu nome nos registros do mundo - porque a mensagem na música é o que realmente conta". "Esta é a história de um garoto jovem, do lado pobre da cidade.

Ele foi tentado e aborrecido, mas sua fé e seu talento musical notável o ajudaram a superar obstáculos".
"O que me motiva, ele diz, é o conhecimento que Deus me deu da dor, das minhas feridas do passado e ainda mais, me deu uma nova fonte de prazer que eu não posso explicar". "Isto não é um show", diz ainda ele, "esta é a verdade, e isso que eu quero expressar a vocês"
Vem pela terceira vez ao Brasil (2004, 2008), dias 7 (as 20h) e 8 (as 19h) de Outubro na Igreja Bola de Neve Olympia em São Paulo-SP, e no dia 10 (as 20h) no Chevrlet Hall em Belo Horizonte-MG, realizando novamente essa turnê a Igreja Apostólica Renovação Cristã Alphaville, na liderança do AP. Agnaldo Campos e Pras. Sandra Campos, com a produção da Neal Logus e Polaris Produções Artísticas, promoção da Invest Mídia e assessoria de imprensa da MM7 Comunica. Ingressos a venda no site www.bencaopura.com.br para o Show de São Paulo e no www.ticketsforfun.com.br para o Show de Belo Horizonte . Para mais informações no (11) 4688-0633 ou (31) 2191-5700 e no site oficial da Turnê www.kirkfranklin.com.br


sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Fiéis de Jesus: Cerca de 350 milhões sofrem perseguição no mundo – VAMOS ORAR MEUS IRMÃOS.

Como vivem cerca de 350 milhões de seguidores de Jesus no mundo que sofrem perseguição ou discriminação. Destes cristãos um total de 200 milhões sofrem ameaça de morte todos os dias. Os cristãos em geral parece não perceber, só se posicionam quando há muitos mortos.Segundo o Informe de Liberdade Religiosa no Mundo de 2010, cerca de 350 milhões de cristãos sofrem perseguição ou discriminação no mundo, desses, 200 milhões enfrentam perigo de morte.

Nos primeiros tempos de suas novas vidas em países ocidentais, eles se extasiavam diante das igrejas abertas e iam aos cultos todos os dias, mais de
uma vez, para recuperar o tempo perdido. Milhares de cristãos, tanto católicos como evangélicos e ortodoxos, abandonaram nos últimos anos seus países de origem, alguns deles muçulmanos, onde a radicalização do Islã consolidou uma perseguição religiosa.
Outros tantos ficaram por falta de recursos econômicos para emigrar, por convicção religiosa ou porque trata-se de seu país. É difícil precisar os números da repressão, devido à falta de democracia, às deficiências do Estado e a falta de transparência nas informações dos países em questão. Contudo, segundo o Informe de Liberdade Religiosa no Mundo de 2010 – elaborado todos os anos pela Ajuda à Igreja Necessitada (AIN), associação internacional vinculada à Santa Sé -, cerca de 350 milhões de cristãos sofrem perseguição ou discriminação no mundo, desses, 200 milhões enfrentam perigo de morte. Um terço da população do planeta é cristã: 2,1 bilhões de fiéis, dos quais 1,18 bilhão são católicos.

“Nos lugares onde não há liberdade religiosa, tampouco há liberdade democrática”, alerta Javier Menéndez Ros, diretor da AIN-Espanha, que durante a recente Jornada Mundial da Juventude de Madri com o Papa organizou na capital uma exposição fotográfica sobre os cristãos perseguidos. Em uma semana, a exposição recebeu um público de 8 mil pessoas. As massas de jovens católicos que tomaram Madri em agosto constituem uma imagem de normalidade inconcebível em outros lugares do planeta. Os cristãos do Iraque o sabem bem. “Durante a ditadura de Sadam Hussein, os cristãos não eram cidadãos de primeira classe, mas não eram perseguidos – explica Raad Salam, iraquiano nacionalizado espanhol, que vive na Espanha há quase vinte anos depois de escapar do regime de Sadam.

Desde a guerra de 2003, que levou os xiitas ao governo, o radicalismo islâmico persegue cada vez mais os cristãos”. Para Salam, recordar os europeus do risco que os cristãos enfrentam em alguns países é um imperativo moral, porque “a sociedade ocidental parece não se dar conta, está adormecida, só reage quando há muitos mortos”. Contudo, houve uma conscientização a respeito do tema depois das matanças no Iraque, dos ataques a igrejas cópticas no Egito, e dos assassinatos de políticos cristãos paquistaneses que defenderam Asia Bibi, católica condenada pela lei da blasfêmia. Nesses países, os cristãos – embora tenham presença histórica há séculos – são percebidos como “amigos do Ocidente”, o que os transforma em suspeitos.

Este preconceito castiga especialmente os evangélicos, que estão mais relacionados com os Estados Unidos – potência detestada por muitos regimes
muçulmanos – do que os católicos. Em muitas ocasiões, a integridade física não corre perigo, mas as perspectivas de vida dos fieis são prejudicadas porque a lei cria mecanismos opressores: o cristão não pode prestar concurso ou exercer certas profissões, o clero é assediado, a circulação de Bíblias é proibida, e não se pode abirr escolas e seminários. Em países muçulmanos onde o cristianismo é tolerado, a prática da fé implica complicações, como relata A.A. (iniciais fictícias), convertido ao catolicismo, na Argélia. “O cristão argelino deve ir sempre à mesma igreja para ser reconhecido pela comunidade; é comum que o sacerdote acolha os fieis na porta para reconhecê-los, pois há um verdadeiro temor de que entrem pessoas estranhas”, explica. Não é raro que a polícia pare pessoas com características físicas de argelinos para perguntar porque estão entrando ali e se são cristãs; “é uma vigilância policial que incomoda os argelinos e os desanima de ir à igreja por medo de represálias; em geral, os europeus e outros estrangeiros não são alvo desse interrogatório”.

A missa dominical na Argélia acontece às seis da tarde, pois o domingo do mundo islâmico é dia de trabalho; e às sextas-feiras costumam acontecer às dez ou às onze da manhã. “Essa missa é muito mais frequentada porque a sexta-feira é dia de folga – esclarece A.A. -, mas muitos não podem comparecer porque os lugares de culto ficam distantes de suas casas (há pessoas que viajam 60 a 70 quilômetros para ir à missa) e porque há menos transporte público por ser dia de folga.” Mas o mais difícil é o contexto social e familiar: “as obrigações familiares do fim de semana numa sociedade onde a vida social é muito invasiva podem impedir os fieis de ir à missa, sobretudo aqueles que vivem sua fé de forma escondida. A ausência de uma pessoa todas as sextas-feiras, dia de culto para os muçulmanos, pode suscitar perguntas nas famílias e levantar suspeitas”. O convertido vive em terreno delicado.

Saber quais países são os mais perigosos para os cristãos é complexo. O informe da Ajuda à Igreja Necessitada (AIN) de 2010 analisa 194 países, detecta problemas em 90 e assinala graves violações à liberdade religiosa – dos crentes de todas as religiões, mas com atenção especial para os cristãos – na Arábia Saudita, Bangladesh, Egito, Índia, China, Uzbequistão, Eritreia, Nigéria, Vietnã, Iêmen e Coreia do Norte, mas sem estabelecer uma hierarquia entre eles. A associação cristã internacional Open Doors elabora uma lista anual de países onde os cristãos sofrem perseguição e os classifica por ordem de periculosidade. Os cinco que seguem são: Paquistão, Eritreia, Mauritânia, Butão e Turcomenistão. O Departamento de Estado dos Estados Unidos também publica um informe anual sobre liberdade religiosa que analisa a perseguição e a discriminação contra fieis de todas as religiões, não só a cristã, mas sem fazer uma classificação.
Seu informe de 2010 destaca vulnerabilidades nos seguintes países: Afeganistão, Arábia Saudita, Birmânia, China, Coreia do Norte, Cuba, Egito, Eritreia, Indonésia, Irã, Iraque, Quênia, Laos, Malásia, Maldivas, Marrocos, Nepal, Nigéria, Paquistão, Rússia, Somália, Sudão, Tadjiquistão, Turcomenistão, Uzbequistão, Venezuela e Vietnã.

Raad Salam, caldeu iraquiano, mora na Espanha há vinte anos

“Os caldeus viviam no Iraque antes da chegada do Islã”
Raad Salam chegou à Espanha em 1992, com status de refugiado político segundo a ONU, depois de ter sido sentenciado à morte por Sadam Hussein e de ter fugido do Iraque. “Não me prenderam por ser cristão; condenaram-me por ser pacifista subversivo, eu escrevia artigos, promovia atos de protesto”, explica Raad Salam, que por causa da mobilização geral de recrutas teve que participar da guerra contra o Irã (1980-88) e da primeira Guerra do Golfo (1991). Conseguiu fugir da prisão porque seu pai subornou os carcereiros. Como refugiado, passou pela Espanha a caminho dos Estados Unidos, mas por fim se instalou no primeiro país.

Solteiro, com 51 anos, Raad Salam mora em Cobenha, uma localidade próxima a Madri. Em seu país, ele havia se formado em Economia e Estudos Árabes e Islâmicos, e fez doutorado em Filologia Árabe e História do Islã na Universidade Complutense de Madri. Ele é caldeu por nascimento (a igreja caldeia, antiquíssima, obedece ao Papa), e em outubro viajará ao norte do Iraque para convencer os cristãos iraquianos de que não fujam para o exterior. “Sei que é egoísta, porque eu sofri em meu país, fui sequestrado e condenado, ainda que por outros motivos, mas agora estou a salvo na Espanha, e peço que eles fiquem”, disse.

Assassinatos e ataques a igrejas aumentaram desde a guerra. Na época de Sadam, havia 1,5 milhão de cristãos no país – entre siríacos, caldeus e ortodoxos – e se calcula que ainda existam entre 300 mil e 500 mil. Os que fogem buscam um lugar seguro na Europa, Estados Unidos ou Austrália. Salam também sente a dor da perda cultural que o êxodo implica. “Os caldeus têm uma história antiga, estamos na Mesopotâmia desde o século 1, somos da Igreja de São Tomás de Aquino, o Islã chegou depois, e não temos porque sair de nossa terra”, diz. Os caldeus falam aramaico, mas “a segunda geração que está sendo criada na França ou na Alemanha já não conhece o idioma”, lamenta. Embora o Islã proíba o consumo de álcool, ele era tolerado na época de Sadam; como não precisavam obedecer este preceito, os cristão costumavam vender álcool. “Começaram os ataques às lojas e as ameaças”, diz Salam, cuja família se dedicava ao ramo.

Paul, convertido argelino, agora mora em Paris
“A internet e as redes sociais permitem que nos sintamos menos isolados”

Para um convertido, a internet é uma grande ferramenta. “Eu a uso; a internet foi muito importante no meu caminho – explica Paul, argelino residente na França, que se converteu ao catolicismo – porque permite escapar da rigidez familiar muçulmana e consultar outras fontes, fazer-se perguntas”. Ao se converter, escolheu se chamar Paul por causa de São Paulo, o apóstolo dos gentis: “com ele, percebe-se ainda mais o quanto Cristo sofreu por todos os homens, seja qual for sua raça ou sua condição geográfica”. Por e-mail desde Paris, Paul – que prefere não revelar seu sobrenome – elogia a internet para quem se inicia em sua nova fé.

“Ela permite entrar em contato com cristãos que podem nos acompanhar em nosso caminho”, escreveu. “Uma das primeiras coisas que fiz depois de minha conversão foi teclar no Google: ‘muçulmanos convertidos ao cristianismo’ para ver se outras pessoas viviam a mesma situação que eu”. E insiste: “quando algum muçulmano se converte, começa sempre por ficar sozinho e sofrer com o isolamento. A internet e as redes sociais permitem que nos sintamos menos isolados”. Na foto, Paul – com o rosto pixelado – recebe a saudação do cardeal André XXIII, arcebispo de Paris. Um amigo seu, também convertido, que viajou a Madri em agosto para uma palestra de Ajuda à Igreja Necessitada, explica que ficou impressionado com a pergunta de um assistente sobre uma menina muçulmana escolarizada junto com seu filho, que foi tirada da escola quando se interessou pelo cristianismo. Ele diz que respondeu que “todo cristão deve abrir seu coração e sua casa a toda pessoa de outra religião e não deve duvidar em compartilhar sua fé com essa pessoa”.

A.A., argelino convertido que vive na Argélia
“O convertido é visto como um traidor”

Argelino e convertido, como mora na Argélia prefere não revelar seu nome; assim o chamaremos de A.A.. Ele respondeu por e-mail desde seu país sobre a
diferença de tratamento entre o cristão de origem e o convertido. “A situação não é fácil para nenhum dos dois num mundo onde a fé cristã é considerada blasfêmia”- relata. “O convertido procedente do Islã mudou de religião, o que faz com que seja visto como um traidor aos olhos da comunidade. Um convertido nascido numa família laica talvez tenha menos dificuldades porque a família pode tolerar sua conversão. Mas a sociedade (amigos, colegas de trabalho, conhecidos…) é hostil ao fato de que o muçulmano traia o Islã para abraçar outra religião. Um convertido nascido numa família muçulmana muito praticante se encontra numa situação mais difícil, que um cristão nascido numa família cristão não é capaz de entender”.

Entre os obstáculos que enfrenta, está “o risco de perseguições morais e físicas”. Assim, “é obrigado a viver sua fé às escondidas sob pena de ser rejeitado por sua família, o que equivale à morte social” – escreve. “O convertido faz perguntas que o cristão de origem (uma minoria mais ou menos aceita) não faz: ‘como fazer para viver, casar e morrer de modo cristão às escondidas ou perseguido?”. Além disso, é mais difícil se integrar a uma paróquia. “O cristão nascido em família cristã não têm problemas para ser acolhido na Igreja e na comunidade cristã – esclarece -, enquanto que os convertidos são acolhidos com muita prudência pelas igrejas locais, por causa dos problemas ligados à segurança e às perseguições.” O convertido que foi à palestra em Madri acrescenta que “a influência e a intimidação das famílias do entorno muçulmano” são um obstáculo à opção individual de mudar de religião.

post inforgospel.com.br - com informação: lavanguardia

Estudo Bíblico Ministrado em Casa é Multado nos EUA – Confira…

Você já pensou que veria o dia que o governo iria atormentá-lo por estudar a Bíblia em sua própria casa? Esse dia chegou a uma pequena cidade do sul da Califórnia, e esta sendo visto como um perigo para as igrejas doméstica que está se espalhando em todos os EUA.
Uma pequena cidade do sul da Califórnia nos EUA onde se reúne um pequeno grupo de pessoas para estudarem a Bíblia em casa, esta sendo exigido pelas autoridades locais que os donos pare com a reunião ou paguem por uma autorização para ministrar o estudo.

Homeowners Chuck e Stephanie Fromm foram multados em 300 dólares por realizarem o estudo da Bíblia. O casal apelou da decisão na justiça da cidade de
San Juan Capistrano, que foi fundada ironicamente por uma missão no final de 1700. Na verdade, San Juan Capistrano é o lar da construção da mais antiga capela (foto) da Califórnia ainda em uso, onde o padre Junipero Serra celebrava a missa.

“A imposição de uma licença tão cara e imposta pelos governantes para poder realizar estudo bíblico em casa é ultrajante”, diz Brad Dacus, presidente do Pacific Institute Justiça. “Em uma cidade tão rica em história e tradição religiosa, isto é particularmente irônico.”

Um escritório de audição disse Fromm que as reuniões regulares de mais de três pessoas necessitam de uma autorização ser realizada. As autoridades também afirmaram que ainda encontros religiosos em casa seria sujeito a uma multa $ 500 por reunião. Coube recurso nestes casos. Mas a cidade rejeitou o recurso. Agora, o Pacific Institute Justiça vai dar o próximo passo, apelando para o Tribunal Superior da Califórnia, em Orange County.

Fromm diz que não havia nenhum barulho além da conversa normal e música calma no sistema estéreo doméstico. Os cristãos encontraram na sala da família Fromm e pátio. Muitos vizinhos escreveram cartas de apoio, negando que eram perturbados pela presença do estudo da Bíblia.

O grupo não é afiliado com qualquer igreja particular, nem é procurar estabelecer uma igreja em casa.No entanto, a cidade de San Juan Capistrano está insistindo em não permitir o estudo da Bíblia nas casas, alegando que o estudo da Bíblia não é permitido porque é uma casa e não “igreja”, e igrejas exigem uma Autorização de Uso Condicional em áreas residenciais.

“Uma reunião informal em um lar não podem ser tratados com desconfiança pelo governo, ou pior do que qualquer outro encontro de amigos, só porque é religioso”, diz Dacus. “Não podemos permitir que isso aconteça nos Estados Unidos, e vamos lutar tão longa e tão difícil quanto necessário para restaurar a liberdade religiosa deste grupo.” VAMOS ORAR POR ELES, IRMÃOS.

post inforgospel.com.br – com informação charisma-tradução google

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Cris Poli lança novo livro





Ciente da situação atual das famílias em relação às transgressões de jovens, Cris Poli, a apresentadora do programa Supernanny do SBT, lançou seu primeiro livro pela editora Mundo Cristão. É o quinto da sua carreira. A escritora e apresentadora esteve em Fortaleza na última sexta-feira para o lançamento do livro, que ocorreu na Livraria Cultura. Cris Poli conversou com a imprensa e autografou os exemplares. Neste livro, Poli se vale de sua trajetória como educadora, de sua formação acadêmica, de sua biblioteca pessoal, além de casos reais, vivenciados por ela mesma em sua experiência como mãe e avó, sua vida pessoal desde os tempos de Buenos Aires até hoje. A autora recomenda que o livro foi escrito para que o pai e a mãe leiam juntos, analisando as dicas e os casos apresentados, pois o ponto principal da obra é que a

responsabilidade da educação dos filhos é dos pais.

No caso Pr. Yuocef segundo ministério o Irã esta tentando enganar a mídia

O Pastor Youcef Nadarkhani que está sob ameaça de morte no Irã por não negar a sua fé em Jesus, tem sofrido mais algumas acusações acrescentadas no processo e segundo informações de ministério o Irã está tentando enganar e confundir a mídia em geral. Confira…
Um ministério de missões que tem acompanhado de perto o caso do pastor cristão iraniano Youcef Nadarkhani, diz que o governo do Irã está tentando
confundir e enganar a mídia ocidental com relatos conflitantes.

A agência de notícias Fars, porta-voz oficial do governo iraniano, informou que o pastor Youcef Nadarkhani não está no corredor da morte por apostasia, mas por crimes contra a segurança nacional. Os crimes incluem estupro e extorsão.

As reivindicações foram feitas à Fars por Gholomali Rezvani, vice-governador da província do Irã Gilan. Os Ministérios Present Truth chamaram o relatório de “perplexo e desonesto”.

“Nós temos o veredito original escrito tanto pelo Tribunal provincial em Gilan como do ramo da Suprema Corte em Qom que detalha a apostasia”, escreveu o ministério em seu site sexta-feira.

Nadarkhani foi preso em 13 de outubro de 2009, depois de protestar contra a decisão do governo de forçar todas as crianças, incluindo seus próprios filhos cristãos, de lerem o Alcorão.

Ele foi inicialmente acusado por protestar, mas as acusações foram posteriormente alteradas para a apostasia e evangelismo aos Muçulmanos. Em 2010, ele foi condenado à morte e a sentença foi confirmada pela Suprema Corte do Irã este ano.

Esta semana, o pastor cristão recebeu a chance de retratar de sua fé em tribunal, mas ele se recusou a fazê-lo e agora aguarda um veredito final, por escrito, o que é esperado em uma questão de dias.

Seu advogado, Mohammad Ali Dadkhah, foi surpreendido pelo novo relatório da Fars, e afirmou que ele só defendeu Nadarkhani contra a sentença de morte no caso de sua acusação de apostasia.

“Se ele está sob julgamento em outro tribunal por outras acusações, eu não estou ciente”, disse o advogado da Campanha Internacional para os Direitos Humanos no Irã. “A acusação que o pessoal do tribunal anunciou que eu defendi durante várias sessões diferentes do tribunal foi de apostasia e nenhum outro encargo”.

A Fars relatou Rezvani como dizendo na sexta-feira, “O tema do crime e essa sentença de morte do indivíduo não são crenças baseadas e relacionadas à sua religião. Ninguém é executado em nosso regime pela escolha de uma religião, mas ele é um sionista que tem crimes contra a segurança. Neste momento, conduzir a sentença não é uma questão definitiva”.

Enquanto Fars acusou a mídia ocidental de produzir relatórios falsos sobre Nadarkhani, o advogado do pastor sublinhou que só esta semana “a acusação de que o tribunal informou-o foi sobre sua apostasia”, conforme foi relatado por Campanha Internacional para os Direitos Humanos no Irã.

O Irã está listado como o segundo pior perseguidor de Cristãos no mundo, atrás de Coréia do Norte, pelo Portas Abertas, um ministério que apóia Cristãos perseguidos. O ministério informou no mês passado que o governo iraniano está a intensificar a vigilância sobre os Cristãos e fazer seu melhor para silenciar o movimento crescente da igreja domiciliar lá.

Nadarkhani atuou como líder de um movimento da igreja domiciliares de 400 pessoas em Rasht.

Parlamentares dos EUA e líderes cristãos condenaram o governo iraniano por recusar o direito básico do pastor à liberdade religiosa e pediram sua libertação.

Franklin Graham, filho do evangelista Billy Graham, afirmou na sexta-feira, “é incompreensível para a maioria das pessoas pensar que uma pessoa no século 21 possa ser condenado à morte simplesmente defendendo uma fé que difere da de poderes dominantes de sua nação”.

Graham teve palavras duras para a comunidade internacional e seu silêncio.

“Um homem é condenado a ser morto pelo ‘crime’ de uma crença sincera em Jesus Cristo – uma sentença em clara violação do direito internacional. Então, onde está a indignação internacional?” ele colocou.

“Nós, como cidadãos dos EUA, devemos nos juntar à nossa voz para continuar a pressionar os líderes mundiais a tomar medidas. A vida do Pastor Nadarkhani está pendurada na balança”.

A Associação Nacional de Evangélicos também divulgou um comunicado, chamando a ameaça de execução do Irã ao Pastor Nadarkhani de “perseguição religiosa no seu pior”

Fonte: Christian post – post inforgospel.com.br